Reforma eleitoral e política já

O episódio envolvendo o deputado federal Alexandre Frota, o PSL e o PSDB, mostra a quantas anda o sistema político e eleitoral no Brasil.
Partido Político (que na minha ótica, sequer deveriam existir), aqui no Brasil é “laranja” de cidadãos, para galgarem postos eleitorais.
A Nação precisa passar por uma reforma política eleitoral urgente.
Penso que, o regime bicameral deve ser extinto e, a representatividade política na Assembléia Nacional deveria ser regionalizada, independentemente dos Estados, com número equitativo de representantes. A escolha desses representantes se daria por chapas previamente formadas em prévias regionais, intra candidatos, com o compromisso de voto colegiado na Assembleia Nacional. Esses Colégios se reuniriam nos moldes das comissões permanentes, que por sua vez, seriam mescladas, com no máximo dois representantes de cada região.
O regime seria o Parlamentarista, em todas às esferas.
A população escolheria às chapas regionais para a Assembleia Nacional e o Presidente da Nação, que seria mero Chefe de Estado. E, a Assembleia Nacional, escolheria o Primeiro Ministro, que seria chefe de Governo, ao qual escolheria os ministros de governo, técnicos, não políticos e, que não tenham participado de qualquer processo eleitoral em pelo menos 10 anos, em Eleições para mandatos de 5 anos, e, mediante aprovação da Assembléia Nacional.
O mesmo aconteceria nos Estados e Municípios.
As chapas já seriam dotadas de suplentes, não remunerados e, não sujeitos à qualquer outro cargo. Em todos os níveis não seriam admitidas reeleições, ainda que, para cargos diversos, devendo os políticos ativos, obedecerem um lapso temporal de pelo menos 5 anos entre uma eleição e, a participação em outra.
Cada Região, poderia eleger uma chapa com até 25 deputados federais; 15 deputados estaduais e, no caso dos municípios, 5 vereadores por Distrito.
Dois exemplos, levando-se em consideração o Rio de Janeiro e Petrópolis e São José do Vale do Rio Preto:
Grande Rio e Baixada; Região dos Lagos e Norte Fluminense, Serrana e Centro Interior e, Costa Verde e Sul Fluminense.
Petrópolis: 5 distritos;
São José do Vale do Rio Preto Distrito Único 5 vereadores;
Cidades equivalentes a no máximo 50 mil habitantes, mínimo de 5 e, máximo de 11, sendo 5 até 10 mil e eleitores; 7 até 20 mil eleitores; 9 até 30 mil eleitores e, 11, de 30.001 a 50 mil eleitores.
Obviamente, que isso é uma proposta, que, na condição de cientista político, eu elaborei. Outras propostas salutares podem e devem ser apresentadas e debatidas.
O que não pode, é um país continental como o nosso, querer adotar critérios europeus totalmente ultrapassados e, que favorecem interesses individuais, como é o caso deste modelo que aí está.

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