Missa, culto, atendimento ao público não pode; eleições em plena pandemia pode?…

Sinceramente é difícil entender às autoridades públicas deste país. No auge de uma pandemia que vai para o quinto mês com altos índices de óbitos diários, no mundo inteiro, sem vacina e, medicamentos eficazes, o serviço público tem que ser remoto, mas, às Eleições 2020, poderão acontecer normalmente, dentro ainda do processo de pandemia.

Tenho dito isso frequentemente, porque dois pesos e duas medidas estão sendo utilizados nesta hora.

Quem garantirá segurança, biológica, psicológica, e, de não contágio dos eleitores, voluntários (como eles mesmos estão convocando), e, dos servidores que deverão acompanhar os trabalhos “in loco”?

Onde ficará o pleno direito ao exercício do votar e ser votado em plena pandemia, ainda que em curva decrescente?

Quem indenizará às eventuais vítimas dos contágios, comprovadamente ocorridos em razão das filas, presenças nas ruas, locais de votação, e, reuniões e, aglomerações populares inevitáveis nesse tipo de exercício da cidadania?

Sinceramente, volto a dizer, ninguém me obrigará a comparecer numa seção eleitoral para votar, sendo eu, hipertenso, portador de doenças cardiovasculares e, outras mais, não comuns a mim, mas, comum a 70% da população.

Tenho dito isso frequentemente e, está escrito nos anais das redes sociais. Quem tiver prejuízos salutares, em razão da Covid, no processo eleitoral, tem o direito de ser ressarcido por parte do Estado.

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